Índice da cesta básica sobe 2,62% em Pouso Alegre

Entre setembro e outubro, dos 13 produtos componentes da cesta básica pesquisada em Pouso Alegre, cinco tiveram alta dos preços médios: tomate, batata, açúcar refinado, café em pó e manteiga.

Neste mês de outubro o Índice da Cesta Básica de Pouso Alegre (ICB – Faculdade Unis Pouso Alegre) teve uma elevação de 2,62% em comparação com setembro. Foi o quarto mês consecutivo de aumento no valor desta cesta de produtos na cidade.

Desde o início da pesquisa em março deste ano o índice acumula uma alta de 14,49%. Os produtos que apresentaram as maiores altas foram tomate, batata e açúcar refinado. A pesquisa é realizada através do levantamento de preços dos 13 produtos que compõem a cesta básica nacional de alimentos nos principais supermercados da cidade, tendo como base a metodologia utilizada nacionalmente pelo DIEESE.

Em outubro, o valor médio da cesta básica nacional de alimentos para o sustento de uma pessoa adulta na cidade de Pouso Alegre é de R$578,43, correspondendo a 56,85% do salário mínimo líquido. Assim sendo, o trabalhador que recebe um salário mínimo mensal precisa dedicar 115 horas e 41 minutos por mês para adquirir essa cesta.

Entre setembro e outubro, dos 13 produtos componentes da cesta básica pesquisada em Pouso Alegre, cinco tiveram alta dos preços médios: tomate, batata, açúcar refinado, café em pó e manteiga. Oito produtos apresentaram queda em seus preços médios: banana, farinha de trigo, óleo de soja, feijão carioquinha, leite integral, carne bovina, arroz, pão francês.

Apesar da maioria dos itens da cesta básica ter apresentado queda nos preços, tal fato não compensou a elevação que ocorreu nos demais produtos. É notória a influência de fatores como o câmbio desvalorizado, o período de seca, a dinâmica das safras, os custos de produção e a forte demanda externa no comportamento dos preços dos produtos alimentícios. E como salientado no relatório anterior, nos últimos meses do ano normalmente ocorrem elevações na demanda que precisarão ser compensadas por incentivos ao aumento de produção e da oferta interna destes produtos a fim de não prejudicar ainda mais o orçamento familiar dos brasileiros.

Fonte: Grupo Unis/Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

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