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PCMG desarticulada quadrilha especializada em estelionato, no Sul de Minas

Foram apreendidos papelotes de cocaína, celulares, os quais nenhum suspeito assumiu a propriedade.

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu, na última quinta-feira (16), integrantes de uma quadrilha suspeita de cometer diversos golpes no Sul do estado. Ao todo, cinco pessoas, com idades entre 29 e 39 anos, foram presas. A operação policial foi realizada na casa do casal suspeito de liderar as ações criminosas, no bairro Jardim Redentor, em Pouso Alegre.

Após investigações das equipes das delegacias em Santa Rita do Sapucaí, Cachoeira de Minas e Pouso Alegre, os policiais civis monitoraram a movimentação dos suspeitos e quando constataram mais uma ação delituosa sendo consumada, os investigadores efetuaram as prisões.

De acordo com os levantamentos, por meio de perfis falsos em redes sociais, os suspeitos compravam mercadorias anunciadas, utilizando cheques e dados falsos de empresas. As investigações começaram quando uma das vítimas, de 27 anos, vendeu equipamento do comércio dela para custear tratamento de saúde da filha, quando teve, então, o cheque de pagamento dos produtos vendidos devolvido por fraude.

A operação, que contou com o empenho de 15 policiais, recuperou diversos produtos dos crimes. A Polícia Civil apreendeu dois veículos, duas motocicletas, quatro freezers, um computador, prateleiras e outros equipamentos de comércio, como bobinas de impressora, além de quase 200 quilos de alho, provavelmente produto de um golpe aplicado na cidade de Varginha, também no Sul de Minas. Também foram apreendidos papelotes de cocaína, celulares, os quais nenhum suspeito assumiu a propriedade, além de nota de dinheiro falsa na carteira do principal investigado. Equipamentos industriais e agrícolas também foram alvo das buscas, e a PCMG ainda trabalha para localizá-los.

Devido à grande quantidade de material fruto dos golpes, a operação contou com o apoio da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) para o transporte.

Os suspeitos são investigados por estelionato, associação criminosa e lavagem de dinheiro. Outros envolvidos ainda podem ser identificados ao longo das apurações, que seguem em andamento.

Fonte e foto: PCMG