Secretaria de Saúde orienta sobre a Diarreia

Neste ano, Varginha vem enfrentando o aumento no número de casos de Diarreia no município, sendo que a maioria deles estão sendo atendidos na Unidade de Pronto Atendimento – UPA.

A situação não é alarmante, apesar do número de pacientes notificados terem aumentado em relação ao mesmo período do ano passado. Mas, para controle da doença, a Secretaria de Saúde, por meio do Setor de Epidemiologia, está trabalhando na orientação da população, embora no verão seja esperado o aumento de casos, principalmente devido ao calor e outros fatores.

A Doença Diarreica Aguda (DDA) é uma síndrome causada por diferentes agentes etiológicos, como bactérias, vírus e parasitos. A manifestação predominante é o aumento do número de evacuações (três episódios ou mais), com fezes aquosas ou de pouca consistência. Em alguns casos, há presença de muco e sangue.

Essas evacuações podem ser acompanhadas de náusea, vômito, febre e dor abdominal. No geral, elas são autolimitadas, com duração de 2 a 14 dias. As formas variam desde leves até graves, com desidratação e distúrbios eletrolíticos, principalmente quando associadas à desnutrição. É importante procurar uma unidade de saúde para diagnóstico e tratamento adequados.O período de incubação e a transmissibilidade da DDA são específicos para cada agente etiológico.

As principais causas da DDA Infecciosa são: bactérias e suas toxinas, vírus, parasitos e toxinas naturais e outras. A transmissão pode ocorrer pela via oral ou fecal-oral, sendo específico para cada agente etiológico:

  • Transmissão indireta – ingestão de água e alimentos contaminados e contato com objetos contaminados, como por exemplo, utensílios de cozinha, acessórios de banheiros, equipamentos hospitalares;
  • Transmissão direta – pessoa a pessoa, por meio de mãos contaminadas, e de animais para as pessoas.
    Os manipuladores de alimentos e vetores, como as moscas, formigas e baratas, podem contaminar, principalmente, os alimentos e utensílios. Locais de uso coletivo, como escolas, creches, hospitais e penitenciárias apresentam maior risco de transmissão.

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *