Lira aponta médio risco de infestação do Aedes em Varginha

A Prefeitura de Varginha, por meio do Setor de Vigilância Ambiental,  realizou nos dias 8, 9 e 10 deste mês, o primeiro LIRAa – Levantamento de Índice Rápido de Aedes Aegypti de 2018.

Levantamento é realizado em todo território nacional, em cidades com índice de infestação com mais de dois mil imóveis. Foram  visitados 20% dos quarteirões sorteados pelo programa do Ministério da Saúde.

De acordo com o encarregado do Setor Vigilância Ambiental, José Donizete de Souza, nos imóveis visitados pelo Agente de Combate às Endemias, além do tratamento e eliminação dos focos, são recolhidos exemplares das larvas encontradas que segue junto a formulário próprio contendo endereço, tipo de depósito e quantidade de larvas sendo encaminhadas ao laboratório do setor onde se faz a contagem e a identificação das mesmas.

“Após todo esse trabalho, todos os dados são lançados no sistema onde o mesmo classifica o município como Baixo Risco, Médio Risco ou Alto Risco de Infestação. Em Varginha, apesar de terem sido encontrados números bem superiores de focos que do ano passado, nosso município foi classificado como Médio Risco, igualmente no mesmo período.

No total, foram encontrados 105 focos do mosquito Aedes Aegypti, e 20 focos do Aedes Albopictus, sendo que os Bairros Jardim Sion, Centenário e Três Bicas foram os mais infestados. Também houve classificação dos recipientes mais comuns em possuírem focos como tambores, vasilhas de plásticos, vasos de plantas e latas.

Casos de dengue em 2017

A Secretaria Estadual de Saúde divulgou na última semana, o balanço dos casos de dengue de 2017. Em todo o estado foram mais de 29 mil casos.

A cidade da região com mais casos foi Três Corações, sendo mais de mil casos prováveis da doença. Considerando todo o Estado, a cidade ficou na 6ª colocação com a o maior número de casos.

A segunda cidade com o maior número de casos na região foi Varginha, com 403 casos prováveis, o que é menos da metade comparado com Três Corações. O município teve redução, pois em 2016 foram mais de três mil casos prováveis.

Segundo informações da Supervisora de Zoonoses de Varginha, Vânia Aparecida Silvério, devido aos períodos chuvosos, houve aumento devido à grande quantidade de focos encontrados nas residências.

“Neste período devemos redobrar a atenção nas casas, cuidar do local de trabalho e até nas ruas. As orientações são sempre as mesmas: não deixar água parada, tomar cuidado com as águas de chuva guardadas que devem estar sempre tampadas,aceitar a vistoria que os agentes fazem, entre outros fatores”, conclui.

Foto: Reprodução

 

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