Acidente entre ônibus e carro deixa dois mortos em Varginha

As duas vítimas do acidente envolvendo um carro e um ônibus em Varginha (MG) foram enterradas na manhã desta sexta-feira (15) em Monsenhor Paulo (MG). Jair Nogueira de Paiva, de 57 anos, e Iracema de Souza Martins, de 66, estavam no veículo que foi atingido na lateral pelo ônibus.

O acidente aconteceu no cruzamento das avenidas Professor Carvalho e Joaquim de Oliveira Tatim na tarde desta quinta-feira (14). Além dos dois, outras quatro pessoas ficaram feridas. Três delas, com escoriações leves, já foram liberadas; a quarta, que estava no banco do carona no carro, permanece internada no Hospital Bom Pastor e deve passar por mais exames.

As vítimas que morreram ficaram presas nas ferragens e tiveram que ser retiradas do local pelo Corpo de Bombeiros. No ônibus estavam 15 pessoas, entre elas, as três que sofreram ferimentos leves.

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O acidente
Segundo a Polícia Militar, o ônibus descia pela avenida no sentido bairro, quando se chocou com o carro que subia pela outra avenida. Testemunhas disseram que o motorista do ônibus tentou evitar a batida, mas não conseguiu. O motorista do carro teria avançado o sinal de parada obrigatória.

Moradores da região disseram que falta sinalização no local e que a pintura na chão que indicava a parada obrigatória está praticamente apagada. “Fica difícil. Até para atravessar a rua, tem que prestar muita atenção”, diz Valtemir Roberto dos Santos, auxiliar de serviços gerais.

“E aqui não param mesmo, é o dia inteirinho, e mais lá embaixo também, na continuação aqui, o pessoal desce correndo demais”, afirma Deolinda Reis, auxiliar de escritório.

Segundo Eduardo Sepini, que é chefe do Departamento de Trânsito do município, o local estava corretamente sinalizado, mas a placa de ‘Pare’ foi alvo de vandalismo. “Nós temos placas com limite de velocidade e temos placas de pare nos locais próximos. Provavelmente estas placas foram danificadas e retiradas por vândalos”.

A Autotrans, empresa responsável pelo transporte coletivo em Varginha, afirmou que o motorista do ônibus dirigia na velocidade permitida e que foi o condutor do carro que não respeitou a sinalização.

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