24º BPM realiza gincana contra drogas

Participaram dez escolas estaduais.

Nesta quarta-feira (3), foi realizada na sede do 24º Batalhão de Polícia Militar, a Gincana de Prevenção ao Uso e Abuso de Drogas. Ação foi realizada entre equipes representativas de escolas de ensino fundamental de Varginha, que manifestaram interesse e preencheram ficha de inscrição antecipadamente.
A gincana contou com apresentação das provas prontas, como a arrecadação de mais de 500 quilos de alimentos não perecíveis, paródia de prevenção, pontualidade, cartaz mais criativo, teatro da prevenção e as provas instantâneas, que foram canto do Hino Nacional, cabo de guerra, corridas do saco, da esponja e do chocolate com colher.
A psicóloga da Associação Brasileira Comunitária de Prevenção ao Abuso de Drogas – Abraço, Flávia Baptista, ressaltou que “a partir do momento que a pessoa tem o contato com a droga pela primeira vez, ela pode ter uma falsa ideia das consequências, achando que terá sensação de felicidade contínua. A ideia é justamente evitar o primeiro contato, porque a droga causa muito estrago, não apenas com o usuário, mas também com a família”.
Objetivo principal foi a promoção da interação, do respeito, solidariedade e conscientização dos alunos sobre os males causados pelo uso e abuso de drogas.
Participaram as escolas estaduais: Antônio Corrêa de Carvalho, Antônio de Pádua Amâncio, Caic do Imaculada Conceição, Coração de Jesus, Domingos Chaves, José Augusto de Paiva, José Camilo Tavares, São Sebastião, Polivalente e Fundação Varginhense de Assistência aos Excepcionais – FUVAE.
Segundo o comandante da 55ª Cia de Polícia Militar, capitão Alexandre Milhomem Silva, o trabalho de prevenção é realizado o ano todo. A gincana foi planejada durante a Semana de Prevenção ao Uso de Drogas, em junho.
“Hoje, trazemos um pouco de informação às crianças, sobre os males que as drogas causam às famílias, para que elas possam levar para seus familiares essas informações. Também temos o Proerd, que conscientiza as crianças, em uma idade adequada, 11 anos, quando começam a ter contato com o mundo lá fora”, concluiu Alexandre.

Fotos: Marcus Madeira

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *