Queijo Azul de Cruzília recebe o “Oscar dos Queijos” na Noruega

Mais uma vez o sul de Minas Gerais se destaca no cenário internacional, com o queijo que cada vez mais conquista adeptos em várias partes do Brasil e do mundo. Desta vez, o queijo de Cruzília é incluído na lista dos melhores produtos do gênero do planeta. O World Cheese Awards, considerado como o “Oscar dos “Queijos”, realizado em Bergen, na Noruega, premia todos os anos os melhores queijos do mundo. Na edição de 2018 foram degustados 3.472 queijos de 41 países diferentes. A premiação aconteceu no início deste mês. A lista dos melhores do mundo inclui o Queijo Azul, de Cruzília, que recebeu medalha de prata no mundial na categoria queijos de mofo azul.

O Queijo Azul de Minas é o primeiro queijo de mofo azul brasileiro, produzido com exclusividade pela Laticínios Cruzília, dos irmãos Luiz e Carlos Medeiros Almeida. Com a premiação, a empresa fabricante deve lançar nos próximos dias uma nova embalagem que ressalta a brasilidade, originalidade e características mais do que especiais da iguaria. A empresa concorreu com um queijo gorgonzola, produzido a partir do leite pasteurizado e curado por cerca de 45 dias. A empresa produz e comercializa outras marcas, como A Lenda, Santo Casamenteiro, Cruzília Reserva e a linha Todos os Dias, com os mais conhecidos e consumidos pelo público.

De acordo com o portal da empresa na internet, o Azul de Minas é um queijo único, feito com ingredientes selecionados, sempre da mais alta qualidade. “É perfeito para deixar os bons momentos ainda mais especiais”, aconselha o empresário Luiz Sérgio Medeiros de Almeida, que indica ainda que o produto não pode faltar em uma boa tábua de queijos… “para fazer cada instante divino”, completa.

O Azul de Minas é o primeiro queijo de mofo azul criado e fabricado em terroir brasileiro, ao pé da Serra da Mantiqueira, onde antigos dinamarqueses ensinaram a milenar arte de fazer queijos. Além disso, ele é produzido conforme manda a tradição mineira: “com cuidado especial e muito amor”. “Não é à toa que este é um queijo premiado nacional e, agora, internacionalmente”, lembra o empresário mineiro. Produzido com leite selecionado, cepas especiais de fermento e maturado por 45 dias, o queijo Azul de Minas tem uma cremosidade deliciosa e exclusiva e sabor que se revela a cada pedaço. Ao todo, foram premiados 599 queijos com medalha de bronze, 486 de prata, 339 de ouro e 78 chamados “super ouro”, que disputaram o título mundial.

Fonte: Jornal Panorama / Fotos: Reprodução/Divulgação

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