Cigano é condenado a 1 ano e meio em regime aberto após júri popular

O cigano acusado de ter matado um homem em um acampamento em Poços de Caldas, em 28 de dezembro de 2012 foi condenado a 1 ano e meio em regime aberto. O júri popular ocorreu nesta quinta-feira (1º) no auditório da Faculdade de Direito da PUC Minas, uma vez que o Fórum Municipal está sendo reformado. A sentença foi dada por volta das 17h.

O corpo de jurados considerou que ele cometeu homicídio culposo, que não há intenção ou premeditação do crime, e por isso a pena em regime aberto. O acusado, que não estava preso, saiu do júri em liberdade.

O cigano acusado confessou ter matado Adriano Antônio Palmeira, em dezembro de 2012, alegando que a vítima teria tentado molestar a filha dele. O crime aconteceu no acompamento em que eles viviam, no bairro Jardim Aeroporto, em Poços de Caldas.

O crime aconteceu dentro de um acampamento de ciganos no bairro Jardim Aeroporto, em Poços de Caldas. Segundo a Polícia Civil, uma cigana que vivia no acampamento chegou ao local com os quatro filhos e encontrou o corpo caído no chão, com vários ferimentos e sangrando. Ela ligou para o Samu e para a Polícia Militar, que forami ao local. Na ocasião, a perícia constatou que ela havia sido morto com pancadas na cabeça, dadas com uma foice.

Testemunhas disseram à polícia que viram quando o homem discutiu com um cigano, que vivia no local. O corpo da vítima foi removido e levado para o IML da cidade, antes de ser enterrado.

Já no período da noite, dois homens foram presos suspeitos de terem participado do crime. De acordo com a Polícia Militar, um dos responsáveis pelo crime é um cigano que vivia no acampamento em que o corpo foi encontrado. Ele foi detido às margens de uma rodovia, pedindo carona para fugir para o Estado de São Paulo.

Ao ser levado para a Delegacia de Polícia Civil, o cigano confessou ter matado o homem após uma discussão e uma briga entre eles. Segundo ele, o homem tinha ido à sua barraca para beber e eles acabaram se desentendendo, terminando na agressão.

juri_interna

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *