Uma semana após atentado, ministra belga diz que 96 seguem internados

Missionária mórmon francesa Fanny Clain, de 20 anos, conversa com a imprensa nesta segunda-feira (28) em hospital de Antuérpia. Ela ficou ferida nos atentados no aeroporto de Zaventem (Foto: Yves Herman/Reuters)
Missionária mórmon francesa Fanny Clain, de 20 anos, conversa com a imprensa nesta segunda-feira (28) em hospital de Antuérpia. Ela ficou ferida nos atentados no aeroporto de Zaventem (Foto: Yves Herman/Reuters)

A ministra da Saúde da Bélgica, Maggie De Block, informou nesta segunda-feira (28) que são 96 as pessoas feridas nos atentados da última terça-feira (22) em Bruxelas que ainda estão hospitalizadas.

Em mensagem no Twitter, ela disse que 93 estão em hospitais da Bélgica, dois estão na França e um está voltando aos Estados Unidos.

Ainda nesta segunda-feira, a ministra informou que o número de vítimas do duplo atentado no Aeroporto Internacional de Bruxelas e na estação de metrô de Maelbeek subiu para 35, depois que quatro feridos, que estavam internados, morreram.

“Quatro pacientes faleceram no hospital. Os médicos fizeram todo o possível. Ânimo a todas as famílias”, escreveu o gabinete da ministra em outra mensagem na mesma rede social, no qual pede “respeito ao processo de recuperação em paz”.

O Centro de Crise da Bélgica não informou se as novas vítimas estavam no aeroporto ou na estação de metrô. Mais de 300 pessoas ficaram feridas nas ações terroristas.

Por enquanto, os legistas belgas identificaram formalmente 28 vítimas, enquanto outras três famílias esperam a verificação oficial com ajuda de exames de DNA. O balanço fornecido pelas autoridades não inclui os terroristas suicidas dos atentados, que, por enquanto, são três.

O que se sabe é que das 31 vítimas do balanço anterior (que não incluía os quatro novos mortos nas últimas horas), 15 perderam a vida no Aeroporto de Zaventem (seis belgas e nove de Estados Unidos, Holanda, Suécia, Alemanha, França e China) e 13 na estação de Maalbeek (dez belgas e três de Itália, Suécia e Reino Unido).

O Centro de Crise indicou que a origem dos estrangeiros falecidos pode diferir com os dados fornecidos pelo Ministério das Relações Exteriores, já que algumas vítimas podem ter dupla ou até tripla nacionalidade, como a espanhola Jennifer Scintu Waetzmann, que também tinha origens alemã e italiana.

Fonte: G1

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