Simplesmente Coutinho – O adeus ao craque que, na Copa de 1970, disse não para um dos times mais importantes da história

Coutinho até hoje carrega um recorde no Santos. Com 14 anos, 11 meses e 6 dias, ele disputou uma partida profissional pelo clube. Foi o mais jovem jogador a usar o uniforme do time principal em uma partida oficial do clube. Pelé, Robinho, Neymar, ninguém fez isso tão novo.

Talvez por isso que ele tenha partido tão cedo. Na última segunda-feira (11), o ataque mais famoso do futebol, aquele formado por Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe, perdeu seu primeiro integrante. Coutinho morreu aos 75 anos, vítima de um infarto no miocárdio.

Campeão mundial pela seleção brasileira em 1962, bicampeão mundial de clubes pelo Santos em 1962 e 1963, o currículo ainda poderia ser maior, como você vai descobrir agora, em um trecho da biografia “Coutinho, o Gênio da Área”, do jornalista e narrador esportivo Carlos Fernando Schinner.

BRUNO DORO E NAPOLEÃO DE ALMEIDADO UOL, EM SÃO PAULO

O velório

O corpo de Antonio Wilson Honório, o Coutinho, ex-jogador do Santos Futebol Clube e da Seleção Brasileira, foi sepultado no início da noite desta terça-feira (12), na Memorial Necrópole Ecumênica, em Santos, no litoral de São Paulo.

Os primeiros a chegarem ao Salão de Mármore para o velório do centroavante, foram, justamente, dois companheiros de ataque: Mengálvio e Dorval. Além deles, apenas familiares e alguns membros da diretoria do clube estiveram presentes nas primeiras horas da madrugada. Às 9h15, o ex-jogador Juary também foi se despedir. Pepe chegou ao Salão de Mármore da Vila Belmiro pouco depois das 11h.

Junto com Pelé, formou uma dupla histórica no ataque do Santos. A famosa linha de frente do time que foi bicampeão da Libertadores e do Mundial em 1962 e em 1963 era formada ainda por Dorval, Melgálvio e Pepe.

Foto: Arquivo/Santos FC

Fonte: G1 / Foto: Infoesporte

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