CRB faz gol espírita no Rei Pelé, mas Boa empata nos acréscimos, de pênalti

04-07-2015_boa_esporte_ac_0962

A chuva caiu com gosto neste sábado em Maceió e afugentou o público. Pouca gente assistiu ao jogo da 10ª rodada da Segundona entre CRB e Boa Esporte no Estádio Rei Pelé. O temporal até deu uma trégua durante o confronto, marcado por muitos arremates de fora da área. O que pesou na definição do placar foi o imponderável. Gol espírita e pênalti no apagar das luzes. Aos 18 minutos da etapa final, o atacante regatiano Zé Carlos finalizou errado, de panturrilha, e viu a bola entrar mansamente no gol de Andrey, que esperava uma pancada. Não ficou por aí. De pênalti, o meio-campista Radamés empatou aos 46 minutos e levou um pontinho importante para Minas.

O resultado de 1 a 1, mantém o Galo na nona colocação da Série B, agora 14 pontos, e tira duas posições do time mineiro, que caiu para o 17º posto, com 10. Os times voltam a campo na próxima terça-feira, pela 11ª rodada. O Boa Esporte recebe o Vitória às 19h30, em Varginha, e o CRB visita o Santa Cruz, às 21h50, no Recife.

Técnico do CRB, Mazola Júnior precisou substituir o goleiro Júlio César no intervalo. O camisa 1 estava debilitado por uma virose e deixou o campo para a entrada de Bruno. O segundo tempo começou com muitas bolas levantadas na área do Boa. Paulo Sérgio apareceu mais no ataque, no entanto, sem levar perigo a Andrey.

Aos 15 minutos, Radamés colocou o goleiro do CRB para trabalhar numa cobrança de escanteio fechada. Quase marcou olímpico. Três minutos depois, a sorte sorriu para o Galo. Após bate-rebate na área mineira, Glaydson Almeida não deixou ela sair e cruzou por baixo. Zé Carlos finalizou errado, de panturrilha, e venceu o goleiro do Boa. O arremate foi feio, mas valioso.

Aos 29 minutos, a zaga do CRB bobeou, o goleiro Bruno saiu em falso e Chapinha ficou com a sobra, livre. Faltou categoria e ele escorregou antes do chute, facilitando a defesa do arqueiro. A chance incrível perdida pelo Boa acordou o Galo, que quase ampliou com um chutaço de Olívio. Ela bateu no travessão e saiu. Ainda faltava tempo. E o próprio Olívio errou feio na saída de bola e, de carrinho, fez um pênalti indiscutível em Márcio Diogo, aos 45. Um minuto depois, Radamés bateu bem, com força, e deixou tudo igual.

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