Kanduras lança primeira parte do álbum Dístico; Confira entrevista exclusiva com a banda

O Show de lançamento acontece no dia 15 de dezembro, no Teatro Bruta Flor, em São Paulo

Redação CSul – Iago Almeida
Fotos: Divulgação  – Leonardo Almeida –  Assessoria de Imprensa

Já está disponível no Youtube a primeira parte do novo álbum da Kanduras, “Dístico”, a segunda parte vem em 2020. São quatro faixas, incluindo os dois singles lançados em outubro “Pedí a Conta”, “Ave de Nós” e as inéditas “Ladeira” e “Comprei a Madrugada”.

A Kanduras, traz um ar um pouco diferente nesse novo trabalho, é como uma reflexão dos momentos e divisões que os integrantes viveram no último ano. Distico, elucida a dualidade, o movimento que faz parte do cotidiano, mostrando as mudanças de postura, fases e amores.

Sobre a banda

A banda Kanduras surgiu no começo de 2016, do encontro de 6 amigos que se uniram para fazer um som diferenciado e com muita personalidade.

Formada por Raphael Thebas (voz e guitarra), Wellington “Junior Breed” (Bateria), Daniel Carvalho (Sax Tenor), Marcelo Gasperin “Marceleza” (contrabaixo), Vitor Placucci (guitarra e back in vocal) e Rafael Cardoso (trompete), a Kanduras traz em suas canções fatos do cotidiano e criam de cara, uma identificação pessoal com quem ouve suas músicas.

O repertório da banda é variado, transita entre a música popular brasileira, rock e pop. Suas influências são diversas, vão desde Gilberto Gil, Paralamas do Sucesso, Jorge Bem Jor, até Bob Marley, Led Zeepelin e Pink Floyd.

A Kanduras já participou de grandes festivais pelo Brasil, como “Sim São Paulo” e Hacktown” 2018 e 2019, além de ter feito um show épico no Sesc Santana este ano. Atualmente a banda segue em turnê pelo Brasil.

Kanduras tem dois EPs lançados “Caminhar” 2016 e “Seus Planos” 2017, que podem ser ouvidos em todas as plataformas digitais.

Entrevista exclusiva

O que o público pode esperar do novo álbum ‘Dístico’?
Passamos por mudanças significativas em nossas vidas de 2018 pra 2019. O Dístico, então, fala um pouco dessas alterações, desse momento de tantas divisões. O álbum apresenta o tempo todo algum tipo de dualidade, algum movimento que faz parte do cotidiano, alguma mudança. De postura, de fases, de amores. É sempre sobre dois. Eu e você. Eu e o mundo. Nós.

A banda tem o repertório variado e transita entre vários estilos musicais. Isso seria o diferencial para permanência da fama no mercado da música?
Difícil fazer essa avaliação. O que podemos afirmar é que até hoje a gente sempre teve como método não pensar em consequência alguma no momento em que vamos para o estúdio arranjar as músicas, gravar, etc. Foi assim nos trabalhos anteriores e permaneceu dessa forma nesse novo trabalho. A gente preserva desse jeito porque o processo todo fica mais sincero, mais honesto. É melhor pra todo mundo, pra gente que faz e pra quem chega e se depara com a Kanduras. Pra gente isso ocorre de forma natural. Temos referências distintas e gostamos de misturar nossos gostos, é uma característica nossa. É por isso que vira e mexe as pessoas fazem classificações em relação ao som que fazemos e em muitos casos essas avaliações não são nem sequer parecidas. Isso é ótimo.

Como está a turnê da banda pelo Brasil? São muitos shows agendados?
O ano de 2018 foi muito intenso. Fizemos muitos shows na cidade de São Paulo, interior e também pelo Estado de Minas Gerais. Passamos por algumas cidades bem bacanas com o trabalho anterior, o EP “Seus Planos”. Em 2019 resolvemos entrar em estúdio para gravar nosso primeiro disco cheio, o Dístico. Está sendo um ano de mais reflexão e preparação para essa nova fase. O show de lançamento, aliás, está marcado para o dia 15 de dezembro, no Teatro Bruta Flor, em São Paulo. Vai ser lindo.

Como foi pra banda participar do festival “Sim São Paulo”, importante evento para a música brasileira?
Foi uma experiência incrível. Ao longo desses três anos tivemos momentos dos mais variados possíveis, tocamos em muitas casas de show, condições diversas. Nossos shows na Sim São Paulo, no SESC e no Hacktown (em MG) foram especiais pra gente, nos mostraram sinais de que o caminho tá sendo bem feito, bem construído. Temos noção do tamanho que a Kanduras tem, estamos no início de uma trajetória. E é lindo observar, nesse cenário, uma galera nos acompanhando. É combustível.

Como vocês veem a evolução que a banda está atingindo desde que foi criada, em 2016?
Trabalhar na Kanduras pra gente é acima de tudo uma diversão. A gente se diverte. É um exercício de auto-conhecimento. O modo como a gente se relaciona e toca nos shows acabou por criar naturalmente uma identidade nossa. Somos uma banda que toca música brasileira. Quando lançamos o primeiro EP, com sonoridade mais orgânica e Indie, não imaginávamos que tanta coisa iria acontecer. Agora, depois de dois EPs lançados, a responsabilidade é bem maior, são 10 faixas, um primeiro disco cheio e algumas pessoas esperando esse trabalho novo após um tempo longo sem nenhum lançamento, o último foi em 2017… Além disso, dá pra dizer que depois de três anos já compreendemos um pouquinho desse negócio que é ter uma banda nos tempos digitais. Queremos ampliar o nosso alcance e temos, ao mesmo tempo, curiosidade em saber se a galera que curte nosso som vai gostar dessa nova fase. Tem gente esperando o Dístico lá no instagram e até mesmo num grupo de whats que tem os fãs da Kanduras. É engraçado e prazeroso.

Redes Sociais

https://www.instagram.com/kandurasoficial/
https://www.facebook.com/bandakanduras/

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