Gabriela Spanic, de ‘A usurpadora’, quer dueto com Ivete Sangalo e Teló

mg_0388Não há como negar. Paola e Paulina, as irmãs gêmeas de “A usurpadora”, tornaram-se ícones da cultura pop mundial. Prova disso é que a novela mexicana, de 1998, está sendo exibida pela sexta vez no Brasil e novamente com bons índices de audiência.

Aproveitando a reprise no país, a atriz Gabriela Spanic desembarcou no Rio de Janeiro nesta quarta-feira, 13, para divulgar seu segundo CD, “En carne viva”. Longe das novelas desde o ano passado, ela vem se dedicando à carreira musical, mas, para a felicidade de seus fãs, ela não pretende largar os folhetins.

Em meio aos seus compromissos profissionais, Gabriela abriu uma brecha na agenda para conversar com exclusividade com o EGO. Durante o bate-papo, que aconteceu na churrascaria Porcão, a artista venezuelana mostrou que conhece a música popular brasileira e mais: sonha fazer duetos com Ivete Sangalo e Michel Teló!

Ainda durante a conversa, a artista relembrou o drama vivido em 2010, quando sua então assistente pessoal, a argentina María Celeste Fernández Babio, tramou um plano diabólico contra Gabriela e sua família. Ela envenenou a atriz, sua mãe, seu filho – com apenas 1 ano e meio –  e a babá com doses diárias de cloreto de amônio nas comidas e bebidas. María foi presa, mas acabou sendo solta dois anos depois – devido ao trabalho de advogados influentes, segundo Gabriela. Confira a entrevista:mg_0401

Duetos no Brasil
“Gosto muito da Ivete Sangalo! Ela é linda demais e canta muito bem! Também adoro o Michel Teló. ‘Ai, se eu te pego’ é incrível! Ele fez um dueto com o Carlos Vives (cantor colombiano)… Podia fazer um comigo também né? E a Ivete também! Deixo aqui o meu convite, seria demais! Vamos lançar uma campanha? (risos)“.

Cantar ou atuar?
“Me dá muito prazer atuar, mas também amo cantar porque algumas músicas são compostas por mim. Nesse disco, por exemplo, são três. A música sempre esteve muito próxima a mim. Quando era criança, eu cantava no coro da igreja que frequentava e minha família tem vários músicos. Busco conciliar as duas carreiras”.

Sucesso de ‘A usurpadora’
“O segredo dela é que os jovens que ainda não a assistiram também se identificam. Ela não tem data, gênero… É uma obra fantástica que entretém o público de qualquer idade. Tem o bem, o mal, a luta pelo amor, pela bondade, pela justiça. E tem uma vilã sexy, provocante, que se tornou um ícone gay”.

Paola Bracho
“Se me incomoda ficar marcada por ela? Pelo contrário! Isso é uma benção, são poucos atores que conseguem isso. Basta ver Roberto Bolaños. Ficou conhecido mundialmente com Chaves. ‘A usurpadora’ foi uma novela que me possibilitou conhecer o mundo inteiro. Desejo fazer ainda muitas outras novelas, mas vou ser ‘A usurpadora’ até morrer”.

imagemNovelas brasileiras
“Gostei muito de ‘Avenida Brasil’, ‘A favorita’, ‘O Rei do Gado’, ‘Pantanal’, ‘A Escrava Isaura’ e ‘Mulheres de areia’. São novelas maravilhosas. Eu, inclusive, ia interpretar a Ruth e a Raquel em um remake mexicano. Me encantaría, mas a emissora não decidiu fazer mais… Uma pena! A história é incrível e tem uma trama de amor maravilhosa. O fato de ter sido gravada em uma praia me encantava ainda mais”.

Perdão a María Celeste
“Posso dizer que, enquanto mãe, ela atentou contra a vida do meu filho. Ele tinha apenas 1 ano e meio. Então, enquanto mãe, eu não perdôo. As mães de todo mundo vão entender minha posição. Eu poderia me defender, mas e um bebê indefeso? Isso não tem perdão”.

Justiça mexicana
“Todos passarão pelo julgamento final de Deus e eu creio na Justiça divina. A justiça dos homens é corrupta… Mas não posso dizer que no México não há Justiça, eu só não tive a mesma sorte que ela de ter bons advogados. Mas agradeço à Deus que estamos vivos. Foi um processo muito difícil de recuperação”.

Sequelas pós-envenenamento
“Meu filho ficou com sequelas no estômago. Tem que tomar remédios até hoje porque ficou com intestino preguiçoso. Eu tive problemas na vesícula, um tumor no rosto e tive que operar. Foi muito complicado… E, assim como meu filho, também tomo medicamentos para ir ao banheiro”.

Fase solteira
“Tenho muitos pretendentes, mas ainda nenhum brasileiro (risos)! Falando sério, nenhum pretendente até agora mexeu comigo de verdade. Não bateu forte, sabe? E eu tenho um filho, né? Então tenho que ter muito cuidado para eleger uma pessoa. Ela tem que me amar e amar meu filho tanto quanto a mim. Que seja como um filho para ele também. É algo muito delicado”.

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