Dia do Sexo – Pesquisa aponta que falta de comunicação na hora H pode levar a traição

Orgasmos estão sempre no menu no sexo fora do casamento

O clímax é uma parte importante das relações sexuais. Por que fazer todo o trabalho duro se não há recompensa? Orgasmos são muitas vezes difíceis de encontrar em um casamento, onde o sexo pode se tornar mecânico e rotineiro. Em vez de continuar essa rotina, muitas pessoas optam por explorar o sexo fora de seus casamentos. Uma pesquisa realizada com usuários* da Ashley Madison, o principal site de encontros extraconjugais do mundo¹, revelou que 93% dos membros conseguem, em algum nível de regularidade, chegar ao clímax com seu amante. Em suma, trair é uma maneira de ter um sexo proveitoso.

Noventa e cinco por cento de todos os membros entrevistam acreditam que ter um orgasmo durante o sexo é extremamente importante, mas apenas 37% deles atingem o clímax toda vez que fazem sexo com o cônjuge. A comodidade e a falta de entusiasmo podem dificultar o clímax entre os casais (entre os motivos mais populares entre 17% das pessoas). Outras razões, embora menos populares, são a falta de atração (9%), o cônjuge não pergunta o que seu parceiro deseja (5%) e a falta de habilidades sexuais do cônjuge (3%).

“Seu cônjuge pode, de fato, ser capaz de lhe proporcionar grandes orgasmos”, diz o Dr. Tammy Nelson, autor de When You’re The One Who Cheats. “Mas você também pode experimentar o que eu chamo de ‘fadiga do orgasmo’ em um casamento. Fazer sexo da mesma maneira antiga significa sempre ficas nas mesmas posições, porque você sabe o que fazer e quando fazê-lo. É bom, mas pode ser previsível. Para algumas pessoas que traem, a luta para encontrar maneiras novas e diferentes de fazer sexo pode ser empolgante.”

Então, por que as pessoas atingem mais comumente o clímax quando traem? A empolgação e o segredo das traições é a principal razão pela qual as pessoas se excitam (31%), seguidas de perto pelo foco de um parceiro no prazer do outro (18%). Para as mulheres, um parceiro bem dotado tem apenas 13% de probabilidade de afetar sua capacidade fazer a parceira atingir o clímax – o motivo mais baixo.

Obviamente, um caso pode não ser o primeiro passo a ser dado quando um cônjuge é incapaz de dar ao esposo um orgasmo. Dos membros que não conseguiam chegar ao clímax com o parceiro conjugal, 63% resolveram o problema com eles mesmo. Infelizmente, essas conversas levaram principalmente à ignorância, ressentimento e, mais provável do que o sexo melhor, o divórcio.

 O que acontece depois de abordar a falta de orgasmos com seu cônjuge?

Ele(a) ignorou a sugestão 39%
Ele(a) ficou magoado(a) com a sugestão 28%
Ele(a) estava temporariamente mais atento às minhas necessidades, mas depois voltou a ser como era antes 21%
O sexo piorou 12%
Ele(a) tentou tornar o sexo mais empolgante 9%
Ele(a) tornou-se mais atento às minhas necessidades 8%
Nos divorciamos 5%
Ele(a) se tornou melhor no sexo 3%
O sexo melhorou 3%

 

“Todo mundo tem suas maneiras próprias de chegar ao clímax e deveriam poder comunicá-las a seus parceiros sexuais”, aponta Isabella Mise, diretora de comunicações da Ashley Madison. “Nossos dados estão dizendo que os cônjuges de nossos membros estão relutantes ou não querem tentar ou até mesmo melhorar suas vidas sexuais, então eles recorrem a casos extraconjugais para que essas necessidades sejam atendidas”.

Quando ignorância e ressentimento são as respostas que as pessoas que tentam recuperar a chama recebem, quem não procuraria em outro lugar? Quarenta e cinco por cento dos membros chegam ao clímax com mais frequência com seus parceiros extraconjugais e 48% alcançam o clímax mais facilmente com eles. Quase metade (48%) identifica a falta de orgasmos conjugais como uma das razões pelas quais eles traem, e os dados provam que trair é uma maneira bem-sucedida de finalmente chegar ao êxtase.

*Pesquisa realizada com 1,198 usuários da Ashley Madison entre 10 de junho de 2019 e 2 de julho de 2019

Sobre a Ashley Madison

AshleyMadison.com é o principal destino de pessoas casadas e líder global em casos, relacionamentos e fantasias. Com mais de 54 milhões de membros em todo o mundo desde 2002, Ashley Madison foi o primeiro site para encontros extraconjugais.

Fonte: Ashley Madison / Foto: 

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