Casos como a lava jato reforçam a necessidade do comitê de governança tributária nas empresas

Curso do IBPT Educação mostra como boas práticas da governança tributária impedem que acontecimentos recentes sejam repetidos

Curitiba 18 de abril de 2018 – Faz algum tempo que profissionais do Direito, contadores, administradores e de várias outras áreas tentam criar mecanismos para reduzir casos de corrupção nas empresas, em especial no que diz respeito a tributos. Casos recentes e de grande repercussão demonstram que há a necessidade de construir meios de controle mais eficazes e que detectem logo no início problemas desse tipo.

Com olhos nesses obstáculos, se viu na Governança Tributária mecanismos internos que toda empresa deveria ter e que têm como papel principal a transparência da gestão fiscal através de coordenação, controle e revisão, um instrumento a favor do empresário.

Para que ela seja colocada em prática, é preciso que cada organização tenha um comitê, atribuindo funções e sendo responsável pela aplicação dos controles e boas práticas, que devem ser codificados e inseridos nos processos gerenciais da companhia.

“É inevitável a implantação da governança tributária e do comitê, pois as empresas estão cada vez maiores e mais complexas, e sem controles e normas que tornem os processos tributários transparentes e eficazes, infelizmente isso contribui para que haja casos de corrupção”, diz a advogada tributarista e diretora do IBPT Educação, Letícia do Amaral.

GOVERNANÇA TRIBUTÁRIA NA TEORIA E NA PRÁTICA

Para orientar empresas e profissionais, o IBPT Educação desenvolveu o curso de Teoria e Prática de Governança Tributária. O curso tem como objetivo conceituar a governança e ambientá-la nas atividades empresariais. “Nossa intenção é demonstrar ao aluno que a Governança Tributária é um direito fundamental a ser aplicado à boa administração empresarial.  Além disso, proporciona ao aluno a visão de como a divisão de competências e de funções traz diversos benefícios e facilidades às atividades empresariais”, afirma Letícia.

O curso também estimula os colaboradores, das diversas áreas, a participarem das decisões tributárias das organizações.

As aulas são ministradas por Carlos Alberto Ercolin – Graduado em Administração de Empresas. Especialista em Administração Contábil e Financeira e em Finanças Corporativas. Mestre em Administração e Doutorando em Administração e Letícia Mary Fernandes do Amaral –  Mestre em Direito Internacional e Europeu de Negócios pela Université de Sciences Sociales Toulouse I (França), com título reconhecido pela Universidade de São Paulo (USP), especialista em Direito Tributário pela ABDConst, advogada nas áreas empresarial e tributária e consultora em direito tributário internacional, com experiência profissional na Grays Inn Taz Chambers em Londres/UK, sócia da Amaral, Yazbek Advogados e do IGTAX, vice-presidente do IBPT. Professora e coordenadora de cursos de pós-graduação e extensão. Autora de livros, artigos e estudos jurídicos.

Por que fazer a diferença?

O profissional que for o ator da implantação da governança tributária precisa ser alguém disposto a aceitar que fazer a diferença nessa área é importante, não somente para ele, mas para a imagem da empresa e para toda a população, pois estamos tratando de arrecadação de tributos.

“O responsável precisa conhecer a legislação tributária e de anticorrupção, práticas de Compliance e Administração para assim poder instituir o Comitê na empresa em que trabalha, é um comprometimento que tem com seu trabalho e com a sociedade”, conclui Letícia.

As matrículas podem ser realizadas por meio do site do IBPT Educação.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (41) 2117-7310 ou pelo site http://educacao.ibpt.com.br/

Fonte: Descomplica Agência de Mídias / Foto: Reprodução

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