Artigo de Juarez Alvarenga – Aquilo que a vida não me deu

Nascemos para torna-se verídico nossas mais claras realizações. Mas, no confronto com a vida, não há vitorias  absolutas e nem derrotas definitivas. Neste processo de luta animal são naturais algumas escoriações da alma, o que não é verdadeiro, são as cicatrizes atrozes corroendo nossos mais profundo intimo.

Vendo as volúpias das águas do mar, em atividade, criando uma correnteza desproporcional a qualquer força humana, levando sem dó nossos sonhos os mais preciosos  para as profundezas escuras, tentando nos tirar de nós nossas rédeas do destino como a tempestade tropical derruba os frágeis barracos no morro carioca deixando Deus com escudo e a esperança de erguer a vida do nada.

A segunda tirar da mente, as forças das braçadas do nadador Michael Phelps , para conter o devaneio das correntezas que sem piedade com a resistência advinda do transcendental. Nascemos, para enfrentar às adversidades com armas do êxito homérico.

Aquilo que a vida ainda não mim deu não é um fato consumado. As investidas diferenciadas sobre as pretensões devem fazer parte do repertório rico em alternativas, porque singularmente uma será solução mágica para o caso concreto.

Todas tentativas imaginárias devem ser tentadas, o que nos falta na vida. Deste a calmaria das ações, até a mais radical e ousada conclusiva do risco premeditado.

Para a realização do que nos falta, temos as manhãs com seu ineditismo exuberante, como aroma dispersivo da inteligência no ar, despoluindo o núcleo das soluções sabias.

É com a entrada do sol que devemos agir, potencialmente, como motor de carro novo em estradas perigosas como à pericia de um piloto de Fórmula 1.

Juarez Alvarenga
Advogado e escritos
Rua Antônio B. Figueiredo, 29
Coqueiral-MG
CEP: 37235-000
Telefone: (35) 99176-9329
E-mail: juarezalvarengacru@gmail.com

Foto Destaque: Pixabay

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