Prefeitura anuncia auditoria de contas públicas em Pouso Alegre

Secretário de Administração e Finanças Júlio Tavares apresentou na sexta-feira (13) o primeiro balanço das contas da Prefeitura de Pouso Alegre.
Secretário de Administração e Finanças Júlio Tavares apresentou na sexta-feira (13) o primeiro balanço das contas da Prefeitura de Pouso Alegre.

Uma auditoria deve ser feita nas contas da Prefeitura de Pouso Alegre em até 100 dias. O anúncio foi feito no final da tarde de sexta-feira (13) pelo prefeito Rafael Simões (PSDB) durante uma coletiva de imprensa. Recém-empossado no cargo, Simões apresentou, ao lado do secretário de Administração e Finanças, Júlio Tavares, um balanço inicial da situação financeira do município. Conforme o balanço, a prefeitura possui atualmente uma dívida de quase R$ 20 milhões e não possui recursos para quitá-la.
Segundo Tavares, a administração anterior deixou para o ano de 2017 uma dívida de R$ 42.361.531,29, mas apenas R$ 22.832.611,07 em caixa, o que gerou um saldo negativo de R$ 19.528.920,22. Ele ainda apontou que outros R$ 20.953.169,09 entraram para a conta de janeiro do município como restos a pagar, que são as despesas empenhadas pelo município até o último dia do mês anterior, mas não pagas (entram nesse pacote gastos com fornecimento de luz, água e internet).
“Não temos disponibilidade financeira”, afirmou o secretário. “Estamos em um esforço muito grande para localizar informações sobre contratos, teremos que reprogramar as equipes de trabalho da prefeitura para que as horas extras sejam casos excepcionais e não rotinas e melhorar a despesa de custeio, porque hoje temos duas, três empresas prestando o mesmo serviço”, explicou.
Para o prefeito, a contratação de uma empresa de auditoria também vai auxiliar na busca por possíveis problemas nos gastos do dinheiro público. No entanto, ele ainda não sabe quando esse trabalho de rastreio vai começar.
“Precisamos buscar empresas sérias e também ter recursos para pagar a empresa. Já estamos fazendo um orçamento, mas a população pode ter tranquilidade de que vai ser feita uma auditoria. Já enviamos informações para o Ministério Público sobre o que está acontecendo”, disse Simões.
Uma auditoria deve ser feita nas contas da Prefeitura de Pouso Alegre em até 100 dias. O anúncio foi feito no final da tarde desta sexta-feira (13) pelo prefeito Rafael Simões (PSDB) durante uma coletiva de imprensa. Recém-empossado no cargo, Simões apresentou, ao lado do secretário de Administração e Finanças, Júlio Tavares, um balanço inicial da situação financeira do município. Conforme o balanço, a prefeitura possui atualmente uma dívida de quase R$ 20 milhões e não possui recursos para quitá-la.
Segundo Tavares, a administração anterior deixou para o ano de 2017 uma dívida de R$ 42.361.531,29, mas apenas R$ 22.832.611,07 em caixa, o que gerou um saldo negativo de R$ 19.528.920,22. Ele ainda apontou que outros R$ 20.953.169,09 entraram para a conta de janeiro do município como restos a pagar, que são as despesas empenhadas pelo município até o último dia do mês anterior, mas não pagas (entram nesse pacote gastos com fornecimento de luz, água e internet).
“Não temos disponibilidade financeira”, afirmou o secretário. “Estamos em um esforço muito grande para localizar informações sobre contratos, teremos que reprogramar as equipes de trabalho da prefeitura para que as horas extras sejam casos excepcionais e não rotinas e melhorar a despesa de custeio, porque hoje temos duas, três empresas prestando o mesmo serviço”, explicou.
Para o prefeito, a contratação de uma empresa de auditoria também vai auxiliar na busca por possíveis problemas nos gastos do dinheiro público. No entanto, ele ainda não sabe quando esse trabalho de rastreio vai começar.
“Precisamos buscar empresas sérias e também ter recursos para pagar a empresa. Já estamos fazendo um orçamento, mas a população pode ter tranquilidade de que vai ser feita uma auditoria. Já enviamos informações para o Ministério Público sobre o que está acontecendo”, disse Simões.
O prefeito de Pouso Alegre ainda disse que algumas informações sobre gastos que causaram estranheza à sua equipe de finanças também foram enviados para a Câmara Municipal, que podem abrir uma comissão investigativa.
Ele citou como exemplos um investimento de pouco mais de R$ 14 milhões em capina durante o ano de 2015 e do pagamento de R$ 317 mil para que uma empresa construísse 20 faixas elevadas na cidade. “Onde se gasta quase R$ 14,5 milhões em capina? Precisamos ver isso”, observou.
No início de janeiro, Simões sancionou o projeto de lei que estima o orçamento do município para 2017 em R$ 548.190.122. No entanto, desse total, quase 54% é gasto com folha de pagamento. “Estamos próximo do limite [fiscal definido em lei] com folha de pagamento. Se não economizarmos com a gastança, nós vamos falhar.”
Apesar dos problemas orçamentários, a administração municipal garantiu que está em busca de soluções para cumprir com as prioridades firmadas para os 100 primeiros dias de governo, como oferecer melhorias para os setores de saúde, que enfrenta falta de medicamentos, e educação, com escolas que precisam de reforma.

Via: G1

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