Policiais suspeitos de matar colega por engano são afastados

{ehi1co333v9ait0kasi6d9balvl7uj}_mortemilitar_internaA Polícia Civil vai abrir inquérito para investigar a morte do policial militar baleado por engano por um colega após assalto a um posto de combustíveis, no sábado (11), em Itapeva. Os dois policiais que atiraram contra os PMs – que estavam à paisana e investigavam o assalto – estavam detidos no Quartel Militar de Extrema , e foram soltos neste domingo (12). A Polícia Militar informou que os militares suspeitos de atirar nos policiais vão aguardar a apuração do caso em liberdade, mas estão afastados da rua recebendo acompanhamento psicológico. Eles vão realizar trabalhos administrativos.

O tenente coronel Robison de Andrade Santos, da Polícia Militar de Extrema, disse nesta segunda-feira (13) que, para a Polícia Militar, o caso é dado como uma fatalidade. Ele disse ainda que os militares que atiraram não estavam fardados porque faziam um serviço de monitoramento.

A primeira informação da Polícia Militar era de que os dois PMs estavam em um carro particular e de folga, e ao saberem do assalto, seguiram até o local. O tenente informou ainda que a Justiça Militar também vai apurar o caso.

Guilherme Ricardo Jurgensen, de 32 anos, era soldado em Itapeva. Ele chegou a ser socorrido após ser atingido na cabeça pelos disparos dos policiais, mas não resisitiu e já chegou morto ao hospital. O corpo dele foi levado para Mogi Mirim (SP), onde ele foi enterrado neste domingo (12).

Fonte: G1 Sul de Minas

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