Mulher morre após galão de álcool explodir durante festa de casamento em São Pedro da União

Convidados atingidos pela explosão tiveram que pular em fonte para escapar do fogo

Durante uma festa de casamento na zona rural de São Padro da União, na madrugada de sábado (13), um galão de álcool explodiu, matando uma mulher de 35 anos e deixando outras sete pessoas feridas, três em estado grave.

Segundo informações da PM, o acidente aconteceu quando um garçom do buffet contratado da festa foi abastecer um recipiente com álcool utilizado para derreter queijos e petiscos. Ao abrir o galão, ele não teria percebido que ainda havia chamas no recipiente, o que causou a explosão.

Os convidados que foram atingidos pela explosão tiveram que sair correndo e pular na água de uma fonte para tentar apagar o fogo. No local da festa não pegava sinal de celular e por isso o Samu demorou a ser acionado.

Todos os feridos foram encaminhados para a Santa Casa de Guaxupé. Uma das vítimas, Lúcia Maria da Silva Cecílio, de 47 anos, que é de Cabo Verde, teve de 60 a 69% do corpo queimado. Ela está internada na UTI da Santa Casa de Guaxupé. Leandro Possidônio de Assis Ribeiro, de 34 anos, que é marido de Flávia, continua em estado grave com queimaduras no rosto, pescoço, tronco e nas pernas. Alice Gabriele da Silva Cecílio,de 14 anos, está em estado grave com queimaduras de 2º grau no tórax, couro cabeludo e nas mãos. Outra vítima da explosão, Lúcia Maria da Silva, de 47 anos, está em estado gravíssimo. Ele sofreu queimaduras no rosto, pescoço, tronco e pernas.

A professora Flávia Cristina de Souza deu entrada na UTI com queimaduras de 3º grau na cabeça e tórax, mas não resistiu aos ferimentos. Ela foi sepultada durante a tarde de sábado em Cabo Verde.

Ainda no sábado, a Justiça de Guaranésia determinou que a Prefeitura de Cabo Verde consiga uma vaga no Hospital João XXIII, especializado em queimados, para a vítima Lúcia Maria da Silva Cecílio, de 47 anos. A decisão é do juiz plantonista Bruno Moya Raimundo. No início da noite deste domingo (14), a família de Lúcia informou que uma vaga foi conseguida em um hospital especializado de Ribeirão Preto (SP). No entanto, um laudo emitido por médicos da Santa Casa de Guaxupé informava que ela não estava apta para transferência no momento.

 A polícia registrou o caso como imprudência, negligência e imperícia.

Fonte: PM / Foto: Reprodução Facebook

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