Homicídios em Campo Belo caem

Segundo dados levantados pelo G1, o município teve queda nos casos de homicídio em relação ao ano passado

O município de Campo Belo teve o número de mortes violentas no primeiro semestre do ano reduzido pela metade, quando colocado em comparaçãoo com o mesmo período do ano passado. O número de homicídios teve queda de 10 para 5 em apenas um ano na cidade. No entanto, mesmo com a queda nos números, o município ainda aparece como uma das cidades com mais casos no Sul de Minas.
Com base em dados divulgados pelas polícias Civil e Militar, e também o Corpo de Bombeiros, ao longo de todo o ano. Por ser um levantamento diário, os dados podem apresentar diferença quando em comparação com as estatísticas divulgadas mensalmente pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp).
Todos os obitos registrados no município foram de homens, com idades entre 16 e 51 anos. Quatro deles foram mortos a tiros e um foi encontrado com marcas de agressão. Os suspeitos de terem realizado os crimes, não foram apreendidos.
Os dados do levantamento foram obtidos pelo G1. No ano passado, de janeiro a dezembro, de acordo com os dados apurados pelo G1, o município de Campo Belo fechou o ano com cerca de 17 homicídios. Nos dados divulgados pela Sesp, são constadas 15 mortes.

Na região
Em comparação dos números entre o primeiro semestre de 2018 e de 2019, ocorreu uma redução geral nas mortes violentas no Sul de Minas. Em 2018, foram registrados 81 homicídios de janeiro a junho; este ano, o número caiu para 71.
Varginha aparece ao lado de Campo Belo no ranking, também com cinco homicídios, de acordo com os dados do G1. O município teve uma leve alta nos números em comparação com o mesmo período do ano passado.
De acordo com o delegado regional Wellington Clair, Varginha chegou a ser considerada uma das cinco cidades mais seguras do Brasil no ano passado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Feminicídios
Os registros de mortes por mulheres tiveram uma leve queda no comparativo do primeiro semestre do ano de 2018; foram 12 em 2018 e 9 em 2019. Porém, a maioria das mortes foi em ambiente doméstico e tiveram como suspeitos companheiros ou ex-companheiros das vítimas.

 

Foto: Christyan de lima

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