Ex-prefeitos são condenados à prisão perpétua por genocídio em Ruanda

Desenho feito em maio de 2016 mostra Tito Barahira (esq.) e Octavien Ngenzi (dir.) no tribunal. Os dois ex-prefeitos de Ruanda foram condenados na França à prisão perpétua por genocídio (Foto: Benoit Peyrucq/AFP)
Desenho feito em maio de 2016 mostra Tito Barahira (esq.) e Octavien Ngenzi (dir.) no tribunal. Os dois ex-prefeitos de Ruanda foram condenados na França à prisão perpétua por genocídio (Foto: Benoit Peyrucq/AFP)

Dois ex-prefeitos ruandeses foram condenados nesta quarta-feira (6) pela justiça francesa à prisão perpétua por sua participação no genocídio da etnia tutsi na cidade de Kabarondo, leste de Ruanda, em abril de 1994.

Depois de dois meses de um processo classificado de histórico, Octavien Ngenzi, 58 anos, e Tito Barahira, 65 anos, foram considerados culpados por crimes contra a humanidade e genocídio, e por “prática maciça e sistemática de execuções sumárias” na aplicação de “um plano premeditado para destruir” o grupo étnico dos tutsi.

Esta é a segunda condenação na França em relação aos massacres de 1994 em Ruanda.

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