Pesquisa da UFMG indica pontos fortes e fragilidades do Fundo Amazônia

 

Uma tese de doutorado sobre a efetividade do Fundo Amazônia foi tema do terceiro episódio do Aqui tem ciência, que foi ao ar esta semana, pela Rádio UFMG Educativa. A pesquisa foi realizada por Juliano Correa, pesquisador da Duke University, localizada na Carolina do Norte, nos Estados Unidos.

O estudo teve orientação dos professores Marcelo Azevedo Costa e Raoni Lucas Rajão, do Programa de Pós-Graduação de Engenharia de Produção da UFMG, e também de Alexander Pfaff, da Escola de Stanford de Políticas Públicas da Duke University.

Criado em 2008, o programa Fundo Amazônia visa à captação de doações internacionais para investir em ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento da área amazônica. A pesquisa tem como objetivo avaliar as realizações e deficiências do programa Fundo Amazônia, examinando a distribuição geográfica, temática e institucional dos seus recursos.

A tese também determina os efeitos dos projetos de Olhos D’Água sobre o desmatamento, a produção sustentável e a conformidade ambiental e fundiária. O estudo foi apresentado aos embaixadores da Alemanha e Noruega como um guia científico para ajudar nas negociações com o governo federal.

Aqui tem ciência 
O programa Aqui tem ciência divulga semanalmente teses e dissertações desenvolvidas na UFMG, abordando estudos de todas as áreas do conhecimento junto aos pesquisadores da Universidade. O intuito é dar visibilidade às produções acadêmicas da Universidade e mostrar como a ciência é importante para melhorar a vida.

Os programas inéditos são veiculados às segundas-feiras, às 11h, e reprisados às quartas-feiras, a partir das 14h30, e às sextas-feiras, às 20h. O Terceiro episódio já está disponível nos principais aplicativos de podcast. A Rádio UFMG Educativa pode ser ouvida na frequência 104,5 FM e também pela internet.

Fonte: UFMG / Foto: Neil Palmer I CIAT I Flickr I CC BY-SA 2.0

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *