Greve geral terá paralisação amanhã com a participação de metroviários, bancários e professores

Sindicalistas e movimentos sociais de todo o país preparam para amanhã mais um dia de greve geral, contra as reformas Trabalhista e Previdenciária, bem como em defesa da saída do presidente Michel Temer (PMDB). A ação deve envolver trabalhadores de áreas como transporte, educação pública e privada, bancos e saúde. Um ato, com concentração às 9h, na Praça da Estação, está previsto para acontecer em Belo Horizonte.

Protesto de abril levou milhares de pessoas às ruas de Belo Horizonte
Foto Divulgação

Os trabalhadores do Metrô pretendem, assim como na paralisação de 28 de abril, fechar o funcionamento do serviço. Uma assembleia da categoria prevista para a tarde de hoje deve ratificar a adesão em 100%. Até a tarde de ontem não havia determinação judicial para suspensão do movimento grevista, afirma o presidente do SindiMetro, Romeu Machado.

O Sindicato dos Trabalhadores do Transporte Rodoviário, vinculado aos cobradores e motoristas das linhas municipais, no entanto, declarou somente apoio ao movimento e, assim, os ônibus devem circular normalmente na cidade, afirma a entidade. O que garantiu força à greve de abril foi justamente a decisão dos rodoviários em cruzar os braços.

A CUT-MG avalia que na tarde de hoje terá uma definição precisa sobre a adesão de outros sindicatos. Por enquanto, além dos metroviários, está prevista a participação de funcionários dos bancos do Brasil e da Caixa, bem como de trabalhadores da rede federal e estadual de educação e estadual de saúde. Metalúrgicos também aderiram.

O Sindicato dos Professores de Minas (Sinpro), que representa profissionais que atuam em estabelecimentos particulares, tem convocado os professores para a paralisação. Mas, na tarde de ontem, também não tinha um balanço sobre a adesão da classe.

O discurso é parecido com o do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de BH (Sindibel), que mobiliza desde a área administrativa até parcela dos funcionários dos postos de saúde.

 

Fonte: Hoje em Dia

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