Eros Prado em “Rir é o Melhor Remédio”

No domingo, 31 de julho, às 20h, o Theatro Capitólio recebe o espetáculo “Rir é o Melhor Remédio”, do ator Eros Prado, também conhecido como “maizena” ou “Inconveniente”, agora participante do humorístico “A Praça é Nossa”, no SBT.
Para este segundo show na cidade, promete um espetáculo dinâmico, muito divertido e com novidades, como o personagem “Inconveniente”, sucesso na TV e agora nos teatros, além da improvisação com o público através do “pagode da ofensa”.
Rir é o Melhor Remédio: 
Primeiro uma aeromoça dando boas vindas ao público, depois, uma senhora italiana, Dona Gigi, falando de seus relacionamentos, e no final o maestro Zizou regendo a plateia. “Rir é o Melhor Remédio” traz esses e outros personagens.
Inova ao misturar stand-up com personagens e performances musicais. O show contém toda a sagacidade e irreverência próprias do stand-up, atrelados à força dos personagens. Envolve todo o público com uma apresentação dinâmica e interativa.
Sobre Eros Prado:
Eros Prado é conhecido por Inconveniente para alguns e Maizena para outros. O Apelido Maizena teve origem em um hotel onde Eros Prado trabalhava. Determinado dia, Eros Prado fez muitas atividades e por todo o dia estava com uma calça jeans, em que consequentemente o deixou assado. Pediu ajuda para sua mãe, onde ela lhe disse para comprar Hipogloss, mas ele não tinha dinheiro. Assim, sua mãe falou para ele pegar Maizena no armário da avó. Após isso, tomou banho e passou a maizena na região em que estava assado, resolvendo o problema.
Alguns anos depois, Eros já trabalhava no hotel e após um dia de trabalho e por ter andado a cavalo, ficou assado novamente. Foi até a cozinha do hotel e pediu maizena aos funcionários, alegando que iria fazer uma brincadeira com as crianças do hotel. Foi para o quarto e colocou maizena na região que estava assado, porém neste momento também entrou um outro funcionário do hotel, que deu um tapa na bunda do Eros e a maizena se espalhou pelo ar. Foi assim que Eros Prado ganhou o apelido de maizena.
Recentemente, Eros Prado concedeu uma entrevista, onde contou toda a sua história até chegar ao Programa Pânico.
“Trabalho com teatro desde os 16 anos e aos 21 comecei a me dedicar ao humor. Minha primeira peça de humor adulto foi “A vida como ela é”, através da qual tive a oportunidade de dividir o palco com três grandes amigos: Laerte Bovenzo, Leda Andraus e Thais Faleiros.
Nasci em uma família humilde e muito unida em que a diversão era se reunir para contar piadas e cantar paródias. Sempre montei meus personagens baseados em pessoas do meu cotidiano: mãe, vizinhos, mecânico, padeiro. Sempre gostei de fazer personagens meus, com textos próprios em vez de imitações, pois acredito que quem imita sempre será o sósia, mas se você fizer uma coisa diferente será único! Já montei cinco peças de humor, sendo que uma já apresento há seis anos, “Rir é o melhor remédio”, onde contém alguns personagens, stand up e esquetes com participação de público.
A peça foca a importância do riso contra os males da vida. Quando me perguntam como entrei no programa Pânico na Band, falam assim: ‘Nossa, que sorte você teve!’. Acredito que não dá para contar com a sorte, não é um sorteio de loteria! Sim, é muito difícil um ator do interior, que não tem contato com ninguém em TV, conseguir participar em um programa de humor, que está há 10 anos no ar, como é o caso do Pânico.
Você tem que acreditar no seu trabalho, ser autocrítico, querer sempre melhorar e estar pronto todos os dias. É como dizem: ‘O cavalo passa com a charrete vazia uma vez. E se você não estiver preparado para subir, ele vai embora!’. Conheci o Márvio Lúcio (o Carioca do Pânico) em uma apresentação que fiz em um resort no interior de São Paulo, o Mavsa Resort.
Ele estava de férias e passou alguns dias com a família para descansar. No fim de semana em que ele estava no resort eu fiz cinco apresentações, duas adultas, dois shows de palhaço e uma apresentação na piscina onde faço um alemão que grita e fala piadas brincando com o sotaque na orelha das pessoas, um personagem muito engraçado, mas também muito inconveniente. Diz o Carioca que foi daí que tirou a ideia do quadro “O Inconveniente”. O mais difícil foi ele convencer os diretores do Pânico em fazer o quadro com um humorista desconhecido e iniciante em TV.
Tendo essa oportunidade concedida, o meu desafio era não a desperdiçar. Quando me disseram qual era a ideia do quadro “O Inconveniente”, fiquei assustado, pois não me considero uma pessoa chata, inconveniente e, acima de tudo, não queria humilhar e nem expor ninguém. Eu gosto de fazer humor em que todos consigam rir, onde não precise expor ninguém para conseguir risadas.
A ideia de fazer um caipira veio 10 minutos antes de gravar a minha primeira cena em uma farmácia. Lembrei-me de um amigo, o Andre Pontes, que mora em Itapetininga, um amigo que tem o apelido de cowboy e, quando quer, é inconveniente pra caramba. Fala alto, dá risada na cara das pessoas, diz o que pensa mesmo sem pensar no que está dizendo. Um cara muito engraçado e inocente em seus atos. Pensei ‘se eu usar esse estereótipo, acredito que cai bem’, pois um caipira é inocente e engraçado por si só. Quando for tirar sarro das pessoas, elas não vão se chatear, pois o cara (o caipira) já é uma piada. E foi batata! Um personagem que foi aceito não só pelo público, mas também por toda a equipe do Pânico (que não é pequena). Além disso, confesso que quando fui chamado para gravar no estúdio da Band, para fazer o quadro do Didi Maiscedo (hoje Marcelo Sem Dente), fiquei com medo, pois não sabia qual seria a minha reação e a recepção da equipe: Wellington Muniz (o Ceará), Eduardo Sterblitch (Edu) e Gui Santanta. Humoristas de quem eu era e sou fã, pessoas maravilhosas que te apoiam, dão conselhos, dicas, dividem ideias e projetos. Mas fiquei surpreso com a atenção e o carinho com os quais fui recebido, e principalmente em ter a oportunidade de ver de perto a equipe Pânico, onde cada um faz o seu melhor, não somente para si, e, sim, para o colega e toda a equipe. Uma grande equipe composta não apenas pelos atores, mas também maquiadores, produtores, direção etc. É um verdadeiro show por trás das câmeras. É lógico que, às vezes, rola um ‘arranca-rabo’, mas onde há discussão tem crescimento.
No domingo, 31 de julho, às 20h, o Theatro Capitólio recebe o espetáculo “Rir é o Melhor Remédio”, do ator Eros Prado, também conhecido como “maizena” ou “Inconveniente”, agora participante do humorístico “A Praça é Nossa”, no SBT.
Para este segundo show na cidade, promete um espetáculo dinâmico, muito divertido e com novidades, como o personagem “Inconveniente”, sucesso na TV e agora nos teatros, além da improvisação com o público através do “pagode da ofensa”.
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